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Inicio >
Marketing
Mutações
na Arte de Vendas
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Sergio dal Sasso, administrador
empresarial formado pela FEA-USP,
pós-graduado em gestão financeira e MBA
varejo, ambos pela USP.
Sócio diretor da NCM soluções
empresariais, com destacada experiência
em soluções de desenvolvimento,
recuperação e expansão de vendas.
Colunista da Revista Gestão&Negócios,
articulista de diversas revistas e
jornais, consultor de conteúdo da Globo/PEGN/TV.
Seus artigos estão presentes em diversos
paises da América Latina, África, Europa
e Ásia. É um
dos principais palestrantes em
desenvolvimento profissional e
empresarial do Brasil.
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Fica difícil manter
aquele corpinho de
bailarino espanhol,
mas perdas físicas
devem ser
compensadas pela
modernização e
esclarecimentos que
somente o
amadurecimento
propicia.
A evolução do nosso
potencial é
facilmente lembrada,
quando nos colocamos
em situações que
quando comparadas
com similares do
passado, lamentamos
o fato de termos o
conhecimento atual,
sempre com
acréscimos de frase
tipo “como seria
viver o que já
aconteceu mas com a
experiência e
vivencia atual”.
Estar em evolução é
se sentir mudado e
conectado, mantendo
o que a atividade
física propícia e
compensando-a com um
entendimento
evolutivo e mental
cada vez mais atual.
Por outro lado a
produção do sucesso
vem da profundidade
e insistência em
sobrepor o óbvio, do
que hoje existe,
procurando assim ser
um cientista não só
na arte da pesquisa,
mas com formulações
que combinam, caso a
caso, com um
complexo versátil e
crescente junto as
variáveis e mutações
do mercado.
O pulo do gato, vem
do uso de uma
política própria
adquirida,
vinculada, e
comunicativa aos
modelos de acesso ao
usuário, mas sempre
tendo em vista que o
ponto ideal da ação
se diferencia pelo
surpreender com
convites e
convencimento a
mudanças ao próprio
consumidor, onde a
qualidade e
segurança do que se
oferece (produto +
articulação
consultiva) devem
estimular a
substituição ou
adição para o uso à
validade do que se
está procurando
ofertar.
Nossa condição de
vendas, antes se
resumia a receber
metas e procurar
cumpri-las para
garantir um
equilíbrio entre o
que se produzia e
seu escoamento. Tal
situação, de certa
forma, não
valorizava ou até
menosprezava a
importância de
vendas e seus
representantes.
Com a
competitividade
(hoje com o próprio
reconhecimento da
importância das
modificações da era
Collor), um sistema
antes sucatado e
acomodado,
obrigou-nos a
mudanças que
inevitavelmente
romperão o velho do
novo, reforçando o
conceito de que
competência não mais
se forma pelo tempo
de serviços, mas
pela intensificação
e reunião de
talentos, que
garantam ações
inovadoras junto com
a construção de
modelos que tenham
foco nas respostas
objetivas.
No novo, até por
questões necessárias
a sobrevivência e
agilidade, teríamos
que ter algo mais
enxuto, completo, e
necessariamente que
investisse na
técnica e na
competência dos seus
colaboradores para
seu pleno
aproveitamento.
Ganhos de escalas,
passam a depender de
conjuntos não tão
fixos, tão
departamentais, mas
mais celulares, de
conhecimentos mais
ampliados, de tal
forma que as
facilitações das
decisões sejam
geradas pelas
capacidades
homogenias dos
colaboradores, não
pelas funções, mas
pela diversificação
do conhecimento e
enriquecimento das
ações.
De repente o que tem
importância no
cenário , não é mais
ter a visão de um
grande produto a ser
lançado, mas de uma
grande
potencialidade
humana no sentido de
construí-lo e
demonstrá-lo nos
mínimos detalhes em
relação as suas
qualificações e
diferenças
adicionais.
Ainda hoje apanhamos
muito com isso, pois
treinar pessoas, mas
do que passar o
conhecimento ,
depende do
introduzi-las, para
que estejam no seu
melhor dentro da
utilidade
participativa do
meio aonde atuam.
O profissional de
vendas não é mais um
ser isolado, de
simples condução de
metas, mas o elo
informativo sobre a
ciência de mutações
de um mercado rápido
e constantemente
exposto a mudanças.
Sua visão deve
incorporar um "mix"
das variáveis que
compõem negócios
similares e as
novidades a serem
capitalizadas nos
estudo de
oportunidades para
ditar os motivos e
mutações do publico
consumidor.
Clientes, como nos
casamentos, são cada
vez mais dependentes
dos valores que
propiciam
cumplicidade e
sustentação a sua
própria atividade.
Os negócios de
vendas, quando
espelhados num
mercado competitivo,
devem estar focados
no estudo e no
próprio conhecimento
do mercado,
incluindo ai a visão
de que todo o
processo interno por
parte das
organizações e a
construção das
responsabilidades,
dependem do
reconhecimento da
parte que lhe cabe
para garantir que
vendas não sejam
apenas conquistas
imediatistas de
clientes, mas a
potencialidade
diária de retê-los
diante de um contato
produtivo e
orientativo para que
se façam presentes e
conectados com o que
somos.
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