Quando direcionamos com profundidade a analise sobre os perfis profissionais
vitoriosos e os fatores que os fizeram destaques nos meios por onde atuam ou
atuavam, verificamos estatisticamente que seus feitos começaram a ser
construídos bem antes dos títulos e especializações que diplomaram suas
carreiras.
Nada se modificou muito na formação profissional, pois se hoje dizemos que
vivemos no milênio do conhecimento, o que de grande mudança temos é que dispomos
de alta tecnologia e que essa variável já não é variável, mas base para o
estabelecimento uma linha de trabalho mais dinâmica e assim, justificar a
própria atuação e performance. No milênio do conhecimento o que temos que
entender é que somos dependentes do uso da palavra “ousar”, e que esta condição
exige um diferencial unitário e coletivo dos envolvidos em tempos cada vez
menores.
“O exercício da lógica, enriquece a produtividade e por
conseqüência a qualidade evolutiva das nossas ações, fazendo-nos dar
credibilidade e confiança aos próprios objetivos, que se iniciam sempre quando
criamos manobras para solucionar ou contornar obstáculos” (Sérgio Dal
Sasso).
Existem fatores que definem favoravelmente para a condução dos projetos e
resultados antes mesmo da sua execução. Indiscutivelmente a experiência
vivenciada no dia a dia diante das dificuldades, é a principal variável da
formação profissional, pois o grande desafio pessoal e organizacional está em
poder perceber o que de fato falta como complemento de melhoria ao que se está
fazendo.
Mercados, sofisticados ou não, sempre serão representados por colaboradores e
métodos proporcionais e com linguagens próprias de acesso aos seus públicos, ou
seja, não adianta ter “excesso de”, ou entrar no modismo das definições globais,
pois a qualidade é formada por investimentos diante do necessário às atividades
exercidas para garantir o crescimento. Os modelos devem atentar para as adições
aos processos (tecnologia mais capital humano), nas formulas que visam
proximidades dos mercados e dos potenciais clientes e no estudo dos parâmetros e
leituras daqueles atuam no mesmo mercado (concorrência). A visão do futuro
(estratégias de longo e médio prazo) depende do como fazemos o dia seguinte
(estratégia e execução de planos no curto prazo).
Não se nasce bem sucedido, pois se isso fosse verdadeiro, grandes fortunas
não desapareciam, assim como empresas que antes eram referencias de mercado ,
ainda estariam perpetuando suas presenças. Tudo se modifica na medida em que,
desde os primórdios da existência, alguém tem que conseguir vender algo possível
de manifestação do interesse de compra, e nesse vai e vem, o mundo de forma
independente ou coletiva, deve focar esforços no necessário para formar ou
manter demandas, diante de ofertas recheadas de novidades, apreciadas e por fim
adquiridas.
“A oportunidade é a fonte da inovação. A necessidade é a mãe da
invenção. Sempre existirá um trabalho a ser feito, ele aperfeiçoa ou cria
processos, mas sua fundamentação não está na situação e sim na concentração
diante da tarefa” (Adaptação texto de Peter F.Drucker).
Um conjunto só se faz quando seus pares se coincidem, ou seja, pensar no
conhecimento é algo que sempre foi praticado, mas sabê-lo transformar em algo
objetivo é a chave de êxito pela continuidade. O fator cultural empresarial é
decisivo nos dias atuais, e assim a praticidade do que conseguimos criar é o
foco do que podemos esperar daqueles que atuam em negócios e serviços.
O mundo está “careca” de saber que organizações dependem de capacitação,
renovação e competência, e que esses itens devem ser bem aproveitados quando do
uso ferramental do desenvolvimento de estratégias, seu planos de execução e a
distribuição de suas metas. O que faz a diferença é o fato de que ninguém vive
por cumprir tabelas dos processos, mas pela dependência de conjuntos aonde a
pró-atividade ande do lado do acreditar no que se está fazendo, do persistir
adequando aos propósitos (agindo, pesquisando e aprendendo os caminhos) e por
fim vestir a camisa do comprometimento e da participação.