Faz muito tempo que se debate a melhoria do atendimento no setor de turismo e em minhas viagens de negócios ao Paraná, Rio Grande do Sul e mesmo Santa Catarina tenho procurado aliar horas de trabalho ao lazer e percebo avanços na rede hoteleira, restaurantes, bares, inclusive dos informadores turísticos.
O Brasil procura desenvolver formas de divulgar o país para os brasileiros e estrangeiros, os estados, as cidades “lutam” por captar eventos, negócios e lazer para que o turista fique mais tempo nos seus destinos, mas uma coisa que ainda não mudou é a exploração praticada nos preços da alimentação e bebidas.
Devemos observar que o turista também pesquisa quando está em viagem e não entendo como em cidades gaúchas o churrasco custa tão caro, igualmente em cidades do litoral catarinense onde pratos com frutos do mar saem pela hora da morte.
Cada parte do nosso país tem sua gastronomia e o turista deseja experimentar o prato típico de cada região, mas acredito que nesta hora cada uma deveria também ter seu diferencial, ou seja, comida boa e com preços acessíveis.
Sugiro que os empresários do segmento analisem a questão sob a ótica do ‘pegar o cliente pelo estomago e bolso’, comida mineira em minas deve ser boa e barata; feijoada no Rio de Janeiro da mesma forma, com certeza aumentará o giro.
Se por um lado o atendimento e os complexos hoteleiros estão melhorando, os bares e restaurantes termos de estrutura estão na maioria aceitável, os preços dos alimentos, bebidas, guloseimas deveriam ser mais atraentes.
Qualidade em todos os sentidos e preços faz o cliente voltar? Claro que sim!